Garrafas ao mar

Alvorada

Entrando na moda dos posts de 15 minutos, vou cronometrar essa escrita e ver o que sai!

Estava aqui cantarolando esse samba que veio de não sei de onde, pois não ouvi em lugar nenhum. Acho que veio de dentro mesmo.

Alvorada lá no morro, que beleza Ninguém chora, não há tristeza Ninguém sente dissabor O sol colorindo é tão lindo, é tão lindo E a natureza sorrindo, tingindo, tingindo Alvorada...

Comentei ontem sobre meu recente baque e hoje acordei me sentindo muito melhor. Até reforcei em um status como acredito no poder do nascimento de um dia após o outro.

Há! Agora já sei de onde veio o cantarolar da música, né? Eu amo a forma como essas sinapses operam.

Eu acho incrível o poder que a apreciação da beleza tem sobre o nosso estado de espírito. E tem coisa mais bela do que um céu rosado ao amanhecer? E que a poesia de Cartola, Carlos Cachaça e Hermínio Bello de Carvalho?

Você também me lembra a alvorada Quando chega iluminando Meus caminhos tão sem vida E o que me resta é bem pouco, quase nada De que ir assim, vagando Numa estrada perdida

Eu gosto de pensar que exerço algum efeito de alvorada nos caminhos de outras pessoas. Existe uma pequena porção de criaturas que iluminam os meus também 😊

Espero que a pequena pausa para ler esse texto tenha te alegrado de alguma forma!

12 minutos pois tô na correria, sendo que pausei pra ouvir a música nesse tempo. Será que foram bem aproveitados? Você me diz.

Obs: tive a ideia antes tomando banho, então já tava meio pronto na cabeça.

Um beijo enorme

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